A República

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Hegemonia liberal e formação das massas

Considerações sobre psicologia de grupo e politica.

A arte gore da propaganda anti-religiosa soviética

As imagens são da revista anti-religiosa Soviética "Bezbozhnik", ela era corrente de 1922 à 1941..

Desenhos russos – animados até demais!

Seres-humanos que namoram peixes, peixes com bocas siliconadas e animais fumando. Eis o universo infantil pela televisão russa.

As Revistas Proibidas

Não era fácil conseguir uma revista erótica no Brasil algumas décadas atrás.

terça-feira, 18 de março de 2014

"Bobageômetro", como identificar falácias em pesquisas e debates.


Há alguns sinais de alerta que sugerem engano ou mentiras nos argumentos de uma pessoa. Baseado no livro de Carl Sagan, O Mundo Assombrado pelos Demônios, a seguir são sugeridos algumas ferramentas para testar argumentos e detectar argumentos falaciosos ou fraudulentos algumas perguntas e dicas:

terça-feira, 11 de março de 2014

O Capital e o Manifesto Comunista em português para download



VOLUME I
LIVRO PRIMEIRO
O PROCESSO DE PRODUÇÃO DO CAPITAL
TOMO 1
(Prefácios e Capítulos I a XII)

http://goo.gl/olwECZ


sábado, 8 de março de 2014

Fotografias fascinantes mostram as pessoas e lugares da Rússia no começo do séc. XX.


Por: Elenilton da Cunha Galvão



Fotografias surpreendentes capturadas em cores vivas, mostram a vida na Rússia no início de 1900 quando o país estava à beira da Primeira Guerra Mundial - e da Revolução Bolchevique.

O fotógrafo Sergey Prokudin-Gorsky (abaixo) foi um dos principais fotógrafos do país no início do século XX. Ele foi contratado para realizar um registro fotográfico da Rússia na época a pedido de Nicolau II, depois que o monarca viu seu retrato à cores de Leo Tolstoy (abaixo).


O retrato do escritor Tolstoy, tirado em 1908, apenas dois anos antes da morte do autor, foi o trabalho mais famoso de Prokudin-Gorsky e tornou-se muito popular sendo reproduzido em cartões postais, e estampado em várias publicações.

Sergey Prokudin-Gorsky


segunda-feira, 3 de março de 2014

Ex jurista do Banco Mundial revela como a elite domina o mundo.


Karen Hudes é graduada pela "Yale Law School" e trabalhou no departamento jurídico do BancoMundial por 20 anos. Como um 'assessora jurídica senior', tinha informações suficientes para obter uma visão geral de como a elite domina o mundo. Assim, o que conta não é mais uma 'teoria da conspiração'.

domingo, 2 de março de 2014

"Os doze mitos do capitalismo"

No "Picica"
(Blog do Rogélio Casado)
Também no "Correio do Brasil"
Publicado originariamente no jornal português O diário
Guilherme Alves Coelho


São muitos e variados os tipos e meios de manipulação em que a ideologia burguesa se foi alicerçando ao longo do tempo. Um dos tipos mais importantes são os mitos.
Trata-se de um conjunto de falsas verdades, mera propaganda que, repetidas à exaustão, sem qualquer questionamento, ao longo de gerações, tornam-se verdades insofismáveis aos olhos de muitos. Foram criadas para apresentar o capitalismo de forma crível perante as massas e obter o seu apoio ou passividade. Os seus veículos mais importantes são a informação mediática, a educação escolar, as tradições familiares, a doutrina das igrejas, etc*.


sábado, 15 de fevereiro de 2014

O perfeito idiota da classe média brasileiro


Por: Adriano Silva



Ele não faz trabalhos domésticos. Não tem gosto nem respeito por trabalhos manuais. Se puder, atrapalha o trabalho de quem pega no pesado. Aprendi isso em criança: só enfia o pé na lama com gosto quem nunca teve o desgosto de ir para o tanque na área de serviço, depois, esfregar o tênis ou a chuteira debaixo de água fria. Só deixa um resto de bebida secar no fundo de um copo quem nunca teve que fazer o malabarismo de meter a mão lá dentro com uma esponja, com a barriga encostada na pia, para tentar lavá-lo.


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Sobre cidades pequenas, 5.000 e pouco e direitos básicos.

Um desabafo.


Por: Elenilton da Cunha Galvão








Muitas vezes determinadas posturas que assumimos na vida possuem consequências que se propagam no tempo e no espaço, algo que não controlamos, assim sendo, muitas vezes nos resignamos e nos calamos ante o julgamento alheio, geralmente de pessoas que nunca lhe desejaram um "bom dia" sequer.

Desabafar vez ou outra torna-se um caminho razoável para que possamos perdoar e aceitar a individualidade e autodeterminação do próximo. Palavras podem curar e podem ferir, isso é fato. E por isso estou tendo o trabalho de escrever este pequeno desabafo.

O que é ser de esquerda no século XXI?

Por: Rudá Ricci


Artigo reflete sobre burocratização da esquerda mundial e a emergência de uma esquerda não partidária no final do século XX. Sugere o ideário atual do que se poderia denominar de forças de esquerda no mundo e finaliza analisando a contribuição do lulismo para o debate da esquerda brasileira.


  1. A crise é anterior à queda do Muro de Berlim. 


    A grande imprensa patenteou e parte das lideranças de esquerda aceitou que a partir da queda do Muro de Berlim a identidade das esquerdas teria desmanchado no ar.

    Trata-se mais de uma frase de efeito que uma análise precisa. A crise de identidade das esquerdas já havia se instalado antes. Muito antes. Primeiro, quando da crítica mundial ao burocratismo do bloco soviético, que teria criado um sistema de dominação estatal muito peculiar, fomentando a corrupção endêmica que mais tarde se perceberia espraiada pela sociedade e que foi plasmada em máfias locais. Mas a situação mais aguda da crise se deu com a ruptura entre a dimensão política e cultural, que mergulhou todo sistema partidário numa sistêmica crise de representação. Em outras palavras, com o processo radical de globalização econômica, nos deparamos com a separação das dimensões da sociedade moderna, tal como sugerido por Alain Touraine em seu livro “Poderemos Viver Juntos?” Na prática, o mundo político se agregou ao mundo econômico, não qualquer mundo econômico, mas esse globalizado. Essas duas dimensões – econômica e política – se separam, por seu turno, da dimensão cultural, da identidade cultural, dos valores, das tradições, das crenças. Trata-se de uma ruptura social das mais importantes, que deslegitima o mundo da política institucionalizada.


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O Cidadão de bem


Por: Elenilton da Cunha





  Cidadão de bem = Deus, pátria, família e propriedade = fascismo liberal. Cidadão de bem não faz nada de ilegal mas na sua legalidade alimenta as maiores mazelas sociais por simplesmente achar que não é problema seu, não é problema seu o camponês que foi expulso da terra para o latifundiário plantar a soja que alimentará as vacas que virará seu Mc Donald´s, afinal é tudo "legal", não é problema seu o indigente que é oprimido por sua classe, por sua cor e pelo simples fato do mesmo agredir a visão da classe média na pobreza que não da pra acobertar, pois ser miserável é "culpa dele" já que ele é um "vagabundo" que precisa ir trabalhar, mas o mesmo ganhou de papai todas as vantagens para que ele tenha sua condição de opressor garantida e, afinal, ele mesmo já ajudou dando sua esmola ou talvez sua cesta básica para alimentar os famintos como ele alimenta seus cães e cavalos, um placebo pra sua consciência diminuta.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Carta do Chefe Seattle ao Presidente dos Estados Unidos da América em 1854.



Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.